domingo, 9 de dezembro de 2012

O meu pavor é que as palavras sucumbam ao nosso desalento, que a nossa ligação se rompa. Eu temo que o nosso código pessoal entre na contramão quando todo esse arrebatamento efervescente se tornar apenas gás. Sem forma, nem volume definidos, em um movimento aleatório, solto demais para o amor ressublimado.
— Thaís Bitencourt

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