quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Sim, é capaz de atravessar lembranças, passados, linhas do tempo inteiras, rascunhos, backup’s, arquivos, palavras, HD’s para alcançar o abraço que precisa.

Thaís Bitencourt em amores virais.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

não me ausentei
sou presente
em seus natalícios
seus inícios
embrulhada de escrita
subtendida na rotina

Thaís Bitencourt

domingo, 9 de fevereiro de 2014

decorrer dos anos


por debaixo dos planos
ao decorrer dos enganos
as paredes têm ouvido
nossos sussurros.

Thaís Bitencourt

decorrer dos anos

por debaixo dos planos
ao decorrer dos enganos
as paredes têm ouvido
nossos sussurros.
Thaís Bitencourt

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Teus sinais tremeluzentes são vagalumes no meu pensamento, relances de você. Ao contrário destes, involuntários, escolhi tornar físico um pouco de todo passado e levar. E quanto ao que hei de deixar, disse a mim mesma: nada de pesares! Espero ser leve, -levável- de norte a sul, dentro, fora. Não me pese, me leve.

Thaís Bitencourt

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Vou com passos vigorosos e palavras leves nesse afastamento mais vasto do que a real distância. Levo este meu ar encharcado do que sou pra chover por essas bandas.

Thaís Bitencourt

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Desligou-se, apenas. Em um turbilhão frenético de sensações que a cansava mesmo parada. Indisposição para o mundo.

Thaís Bitencourt

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Beijo e abraço


Vamos mobiliar qualquer vazio, queimar distâncias, afogar angústias, adular o charme, acimentar orgulhos, soltar o pulo, desamarrar os braços
vamos estralar o silêncio?

Thaís Bitencourt

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Rituais empanturrados ou decadentes. Conversas negociáveis ou cuidadosas. Para impressionar ou pressionar? A verdade é que nem sempre são necessárias hesitações ou angústias.

Thaís Bitencourt

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Retomando, remontando, retirando


Esteve em profundo retiro dos próprios desabafos, até o rabisco abstrato era algo temerário. Preferiu calar o bico -da caneta- Contudo: Retire suas palavras! Agora o temor é próprio de quem tenta abafá-los, expulse o sentir do peito.

Thaís Bitencourt