sexta-feira, 29 de junho de 2012

E aquele vaso no meio da mesa, com rosas vermelhas, murchava. Não me importava se perdiam a cor, cinza ou incolor, tinham o mesmo significado pra mim. Significavam o fim. E o tapete na sala indicava que alguma coisa faltava! Era nossos corpos, apenas jogados, enrolados e amados até o filme romântico acabar. Nosso jardim continuava ali, nossos lugares completamente marcados pelas carícias não podiam negar que nos amávamos. O Sol continua igual, mas porque o brilho não é mais o mesmo? Doce amor me esclareça. Aliás, não diga nada, faça! Com uma coisa, volte somente se for pra me levar pra admirar a vida e nunca mais voltar.

Thaís Bitencourt

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