terça-feira, 29 de novembro de 2011

E as lembranças vão chegar. Espero senti-las de forma leve, com um toque de amor e com cheiro de canela em noites de inverno. Mesmo aquelas escuras, quero me lembrar de como as superei. Espero lembrar daqueles que estavam entre os meus braços no momento do abraço, dos que me olharam e percebendo minha angústia me acolheram. Quero lembrar das tantas chuvas e suas fortes emoções e dos dias de sol, do seu brilho. Eu não espero esquece-las pois transformaram meu “futuro futuro” e um dia, quem sabe, poderei sentar numa cadeira antiga, com um xale em tons cinzas e contar aos meus netos, sentados aos meus pés, as minhas aventuras porventura.

Thaís Bitencourt

E as lembranças vão chegar. Espero senti-las de forma leve, com um toque de amor e com cheiro de canela em noites de inverno. Mesmo aquelas escuras, quero me lembrar de como as superei. Espero lembrar daqueles que estavam entre os meus braços no momento do abraço, dos que me olharam e percebendo minha angústia me acolheram. Quero lembrar das tantas chuvas e suas fortes emoções e dos dias de sol, do seu brilho. Eu não espero esquece-las pois transformaram meu “futuro futuro” e um dia, quem sabe, poderei sentar numa cadeira antiga, com um xale em tons cinzas e contar aos meus netos, sentados aos meus pés, as minhas aventuras porventura.
Thaís Bitencourt

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